Preso é suspeito de vários furtos em salões de beleza em Dourados, entre outros; duas mulheres também foram detidas pelo SIG
Um homem e duas mulheres foram presos por agentes do SIG (Setor de Investigações Gerais) nesta segunda-feira (6), em Dourados. A primeira prisão foi de “Ligeirinho”, que é acusado de diversos furtos, em especial a salões de beleza de Dourados. As mulheres presas, identificadas como Bruna Neto Ribeiro, de 22 anos, e Jhenifer Amaral Lopes, de 23, são proprietárias de uma “boca de fumo” que receptava os itens furtados.

“Ligeirinho”, que foi identificado por imagens de câmeras de monitoramento, é responsável por diversos furtos registrados nos últimos dias na cidade. Ele foi encontrado em casa, na Rua 3, no Jardim Altos da Alvorada.

Ao perceber a chegada da equipe, Adriano tentou fugir pulando o muro do imóvel, mas acabou sendo alcançado e preso. Durante o interrogatório, conforme apurado pela PC (Polícia Civil), o suspeito confessou participação nos furtos e revelou que costumava trocar os objetos por drogas em um ponto de venda de entorpecentes na Rua Olga de Lima Melgarejo, no mesmo bairro.
Com a informação, os policiais seguiram até o endereço indicado e encontraram a Bruna e a Jhenifer. Na residência foram apreendidas cinco porções de cocaína, três porções de maconha, R$ 380 em dinheiro e diversos produtos de origem suspeita, que, conforme a investigação, seriam provenientes dos furtos praticados por Adriano.
Entre os objetos recuperados estão 13 máquinas de cortar cabelo, dois secadores, uma chapinha, três furadeiras, cinco celulares, um mostruário de joias, um aparelho medidor de pressão arterial, três televisores de 32 polegadas, além de uma caixa contendo diversas ferramentas.
Adriano possui 25 passagens policiais e também tinha um mandado de prisão em aberto por evasão do regime semiaberto, motivo pelo qual permanecerá preso. Ele deverá responder pelos diversos furtos investigados.
Já Jhenifer e Bruna foram autuadas em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e receptação, sendo encaminhadas à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), onde permanecem à disposição da Justiça.

A Polícia Civil agora trabalha para identificar os proprietários dos objetos recuperados e apurar se há ligação das suspeitas com outros crimes patrimoniais registrados em Dourados.



