33.2 C
Dourados
sábado, 1 de agosto, 2026

Operação Rottweiler leva presos envolvidos em tráfico a mais de 40 anos de prisão

O juiz da 1ª Vara da Comarca de Bataguassu, Aldrin de Oliveira Rossi, condenou cinco presos durante a Operação Rottweiler, desencadeada em Mato Grosso do Sul e outras unidades da federação, a mais de 40 anos de prisão, em sentença foi proferida no dia 7 de julho. 

Na época dos fatos, o grupo foi preso em um assentamento rural em Santa Rita do Pardo, com 2.114 kg de maconha e 62,1 kg de skunk, além de veículos utilizados na logística do transporte dos entorpecentes.

Entre os réus, Edilson de Souza Martins acabou condenado a oito anos e 10 meses de prisão, além de 1.283 dias-multa. Já Heitor de Azambuja Júnior teve pena de nove anos e 11 meses e 1.391 dias-multa, enquanto o filho dele, o advogado Hélder Stefanes de Azambuja, acabou pegando oito anos e 10 meses e 1.283 dias-multa.

Já Sérgio Antonio da Silva foi condenado a nove anos e 11 meses de prisão e 1.391 dias-multa e Valcir Morais Eugênio, a 10 anos e 11 meses, além de 1.500 dias-multa.

Todos continuam encarcerados na Penitenciária Estadual de Dourados, com exceção de Helder, que está no Presídio Militar de Campo Grande. Eles poderão recorrer da sentença, mas não em liberdade. 

“Os réus permaneceram presos durante toda a instrução processual, com fundamento na garantia da ordem pública, diante da gravidade concreta dos fatos e da expressiva quantidade de entorpecentes apreendidos, além da atuação estruturada e organizada. Não havendo alteração do contexto fático que afaste os requisitos do art. 312 do CPP, mantém-se a prisão preventiva, razão pela qual os réus não poderão recorrer em liberdade, com as comunicações de praxe”, escreveu o juiz na decisão. 

Operação Rottweiler

Operação conjunta envolvendo a PRF (Polícia Rodoviária Federal) e policiais civis do SIG (Setor de Investigações Gerais) de Dourados, resultou na prisão dos cinco homens e apreensão de maconha e skunk, no dia 17 de dezembro de 2024, no Assentamento Mutum, em Santa Rita do Pardo. 

A quadrilha estruturada em Dourados, atuava transportando pequenas quantidades de drogas do Paraguai para um sítio localizado no assentamento. No local, a carga era armazenada e posteriormente enviada em grandes carregamentos para os estados de São Paulo, Goiás e Mato Grosso. 

Leia também

Últimas Notícias